segunda-feira, 8 de setembro de 2025

A Menarca, o que saber e seus mitos e verdades!!!

A menarca é um marco importante na vida de quem menstrua. É a primeira menstruação e a principal mudança que marca a passagem da infância para a adolescência. É um sinal de que o corpo está amadurecendo e se tornando capaz de se reproduzir.

O que é menarca?

A palavra menarca vem do grego, onde "men" significa mês e "arche" significa início. Ou seja, é o início dos ciclos menstruais. A primeira menstruação pode começar entre 8 e 16 anos, mas a idade média é por volta dos 12 anos. Se a primeira menstruação não tiver acontecido até os 16 anos, é importante procurar um ginecologista para uma avaliação.

Sinais da chegada da menarca

Antes da menarca, o corpo dá alguns sinais de que está se desenvolvendo. As mamas começam a crescer e pelos pubianos e nas axilas começam a aparecer. É comum também haver um crescimento rápido em altura. Outro sinal é o corrimento vaginal, que geralmente é transparente ou branco. Todos esses são indícios de que o corpo está se preparando para a primeira menstruação.

Como lidar com a menarca?

A primeira menstruação pode gerar dúvidas e ansiedade. O importante é saber que a menstruação é algo natural e faz parte do desenvolvimento do corpo. A quantidade de fluxo pode variar de pessoa para pessoa. Algumas têm um fluxo leve, enquanto outras têm um fluxo mais intenso. É por isso que é importante ter em mãos os produtos de higiene menstrual para a hora em que a menstruação chegar.

Os produtos disponíveis no mercado são:

  • Absorventes: Externos e internos.

  • Coletores menstruais: Um copinho de silicone que é inserido no canal vaginal para coletar o sangue menstrual.

  • Calcinhas absorventes: Calcinhas que têm camadas absorventes.

  • Discos menstruais: Um produto descartável ou reutilizável, em formato de disco, que é inserido no canal vaginal.

E lembre-se, o ciclo menstrual pode ser irregular nos primeiros anos. Não se preocupe se o seu ciclo não tiver um padrão certinho no começo, é normal que isso aconteça.


Mitos e verdades sobre a primeira menstruação

Mito: Sentir dor na primeira menstruação é um mau sinal.

Verdade: É comum sentir cólicas leves na primeira menstruação, já que os hormônios estão se ajustando.

Mito: Nadar durante a menstruação faz mal.

Verdade: Nadar ou fazer qualquer atividade física é liberado durante a menstruação, e inclusive pode ajudar a aliviar cólicas.

Mito: É perigoso engravidar antes da primeira menstruação.

Verdade: É possível que o corpo já tenha ovulado antes da primeira menstruação. Portanto, se você tiver relações sexuais sem proteção, pode, sim, engravidar.

A menarca é um momento de transição e autoconhecimento. O mais importante é entender as mudanças do seu corpo e conversar abertamente com seus pais, amigos ou profissionais de saúde. 

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Referências 



quinta-feira, 4 de setembro de 2025

A primeira menstruação normaliza em quanto tempo?

A primeira menstruação, também conhecida como menarca, pode levar algum tempo para se regularizar. No início, é muito comum que os ciclos sejam irregulares, com a menstruação vindo em intervalos mais curtos ou mais longos do que o normal.

Geralmente, leva de 2 a 3 anos para que os ciclos menstruais se tornem mais regulares e previsíveis. Nesse período, o corpo da adolescente está se adaptando às novas flutuações hormonais.

No entanto, é importante lembrar que cada corpo é único, e esse tempo pode variar de pessoa para pessoa. Algumas meninas podem ter ciclos regulares logo no início, enquanto para outras pode demorar um pouco mais.


O que considerar se a menstruação continuar irregular?

Se após 2 a 3 anos a menstruação continuar muito irregular, ou se os fluxos forem extremamente intensos ou dolorosos, é recomendado conversar com um médico ginecologista. Eles podem ajudar a entender o que está acontecendo e garantir que tudo está bem com a sua saúde.

Referências:

https://pequenoprincipe.org.br/noticia/primeira-menstruacao-menarca/

https://www.bp.org.br/artigo/inicio-da-menstruacao-quais-os-sintomas

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Cardiopatia Congênita: O que é e como podemos ajudar

Ao ouvir a palavra "cardiopatia", é comum pensarmos em problemas cardíacos que afetam adultos, muitas vezes relacionados ao estilo de vida. No entanto, existe um tipo de cardiopatia que atinge bebês e crianças, chamada cardiopatia congênita.

O que é?

A cardiopatia congênita é uma malformação na estrutura ou função do coração que ocorre durante a formação do feto, ainda na gestação. O termo "congênita" significa que a condição está presente desde o nascimento. Essas malformações podem ser muito variadas, desde pequenos orifícios (comunicações entre as câmaras do coração) até problemas mais complexos nas válvulas ou nas grandes artérias.

A boa notícia é que, com os avanços da medicina, a maioria das cardiopatias congênitas pode ser tratada. O diagnóstico precoce e o tratamento adequado são fundamentais para que essas crianças possam ter uma vida saudável e normal.

Como identificar e tratar

Muitas cardiopatias são identificadas ainda na gestação, durante o ecocardiograma fetal. Outras podem ser detectadas logo após o nascimento, com o teste do coraçãozinho, que é um exame simples e obrigatório em muitas maternidades. Se houver suspeita, o bebê é encaminhado para um cardiologista pediátrico, que fará exames mais detalhados para confirmar o diagnóstico.

O tratamento varia muito dependendo da gravidade e do tipo de cardiopatia. Em alguns casos, pode ser apenas o acompanhamento médico, mas em outros, pode ser necessária a realização de cateterismos, cirurgias ou até mesmo transplante de coração.

Apoio e conscientização

Para as famílias, o diagnóstico de uma cardiopatia congênita pode ser um momento de grande ansiedade. É por isso que o apoio e a informação são tão importantes. Existem diversas associações e grupos que oferecem suporte emocional, orientação e informações para pais e pacientes.

A conscientização sobre a cardiopatia congênita é vital. Ao compartilharmos informações, ajudamos a quebrar o silêncio em torno do tema e garantimos que mais crianças tenham acesso a um diagnóstico rápido e ao tratamento necessário.

Se você conhece alguma família que está passando por isso, ofereça seu apoio. E se quiser saber mais, pesquise sobre o assunto e ajude a divulgar a informação. A solidariedade e o conhecimento podem salvar vidas!

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